Retenção previdenciária: entenda o cronograma de aumento para 11%
Voltar ao Blog

Retenção previdenciária: entenda o cronograma de aumento para 11%

F
FY Brasil
18 de outubro de 20263 min de leitura

Entenda o cronograma de retenção previdenciária de 3,5% para 11% até 2028. Saiba como a Solução de Consulta Cosit nº 153/2026 impacta sua folha de pagamento.

Entenda a transição da retenção previdenciária e o impacto na sua empresa

A gestão da folha de pagamento exige atenção constante às mudanças na legislação tributária brasileira. Em 2026, um dos temas que mais gera dúvidas entre empresários e gestores de RH é a alíquota de retenção previdenciária. Com a publicação da Solução de Consulta Cosit nº 153/2026, a Receita Federal trouxe clareza sobre o período de transição da reoneração da folha, estabelecendo um cronograma definitivo para o retorno à alíquota padrão de 11%.

O que diz a legislação atual?

Durante o período de transição da reoneração da folha de pagamento (2025 a 2027), as empresas contratantes devem aplicar a alíquota de 3,5% de retenção previdenciária sobre o valor bruto das notas fiscais ou faturas de serviços, desde que a empresa prestadora seja optante pela Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) e atenda aos requisitos legais [1].

É fundamental destacar que essa alíquota reduzida não é automática. Ela depende do enquadramento correto da prestadora na CPRB e da natureza do serviço contratado. A partir de 1º de janeiro de 2028, essa regra de transição encerra-se, e a alíquota de retenção passará a ser de 11% para todos os casos sujeitos à retenção previdenciária [5].

Perguntas frequentes sobre a retenção previdenciária

Como calcular a nova retenção previdenciária de 11%?
A partir de 2028, o cálculo será realizado sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura, aplicando-se o percentual de 11%, conforme as regras gerais de retenção previdenciária vigentes [7].
Quais os impactos na folha de pagamento?
O aumento da alíquota impacta diretamente o fluxo de caixa das empresas contratantes e a gestão de encargos trabalhistas. É necessário ajustar os sistemas de folha de pagamento e o eSocial para evitar passivos trabalhistas e multas por recolhimento a menor [6].

Dicas práticas para evitar riscos de passivo trabalhista

  • Auditoria de Documentação: Antes de aplicar a alíquota de 3,5%, verifique se a prestadora de serviços está regularmente enquadrada na CPRB.
  • Atualização de Sistemas: Garanta que seu software de gestão e o eSocial estejam configurados para o cronograma de transição, preparando-se para a mudança de 2028.
  • Conferência Fiscal: Mantenha registros detalhados que justifiquem a alíquota utilizada em cada nota fiscal, protegendo a empresa em eventuais fiscalizações da Receita Federal [3].

Prepare sua empresa com a FY Brasil Contabilidade

A complexidade da legislação trabalhista e previdenciária brasileira exige um parceiro estratégico. Na FY Brasil Contabilidade, nossa equipe de especialistas está pronta para auxiliar sua empresa na adaptação aos novos cronogramas de retenção, garantindo conformidade e otimização dos seus encargos trabalhistas. Não deixe para a última hora: evite riscos desnecessários e mantenha sua gestão em dia.

Entre em contato com a FY Brasil Contabilidade hoje mesmo e garanta segurança jurídica para o seu negócio.

Perguntas Frequentes

#retenção previdenciária#folha de pagamento#encargos trabalhistas#legislação trabalhista#CPRB#FY Brasil Contabilidade

Compartilhe este artigo

Quer otimizar a gestão do seu negócio?

Fale com um especialista da FY Brasil

Conhecer planos